Felício Valarelli

Plano de recuperação judicial - Vaadv

Como fazer um plano de recuperação financeira para empresas?

Fazer um plano de recuperação financeira é a melhor alternativa para empresas que desejam corrigir equívocos de maneira eficiente e organizada. Decisões erradas podem causar grandes impactos financeiros dentro de empresas. Apesar de ser algo muito desagradável, esses equívocos podem acontecer com qualquer um. O mercado é um setor muito dinâmico e deslizes são comuns. O importante mesmo é estar preparado para uma retomada após esses sustos. A capacidade de resiliência é o principal diferencial de empresas competitivas. Por isso, estar disposto a mudar e aprender com os erros é fundamental. Nesse contexto, um plano de recuperação financeira pode ser o primeiro passo para uma série de correções que vão otimizar e modernizar as questões monetárias de uma empresa. Vamos detalhar um pouco mais deste processo nos parágrafos abaixo. O que é um plano de recuperação financeira? Plano de recuperação financeira em empresas. Como fazer um plano de recuperação financeira para empresas? Por que consultar um especialista em recuperação financeira e judicial? O que é um plano de recuperação financeira? Um plano de recuperação financeira é um documento abrangente que planeja passos específicos que uma pessoa, ou empresa, pode tomar para superar suas dificuldades financeiras.  Esse processo não é apenas um simples corte de gastos e despesas. Na verdade, o método consiste em avaliar uma situação atual, estabelecer metas e elaborar uma estratégia apropriada. Essa delimitação ajudará na tomada de decisões que possibilitam que as metas sejam atingidas de maneira mais ágil e eficiente. Um plano de recuperação financeira também pode ser combinado com outras estratégias, como consolidação de dívidas e aconselhamento de crédito. O conjunto desses processos serve para fornecer uma abordagem mais ampla para melhorar a situação financeira dessa pessoa ou empresa. Apesar de ser um trabalho a longo prazo, seguir um plano de recuperação financeira cuidadosamente pensado pode fazer toda a diferença quando se trata de se preparar para o sucesso no futuro. Plano de recuperação financeira em empresas Um plano de recuperação financeira é uma ferramenta muito importante para empresas que passaram ou estão passando por dificuldades financeiras. Muitas empresas, especialmente as pequenas, não estão conscientes de suas opções em tempos de dificuldade financeira e podem se sentir sobrecarregadas tentando navegar no processo desafiador de recuperação orçamentária. Tal plano pode fornecer a tão necessária direção e recursos técnicos para ajudar as empresas a reconstruírem suas finanças.  Um bom plano de recuperação financeira detalha cuidadosamente todos os passos necessários para a reestruturação monetária. Incluindo metas e estratégias para lidar com credores e mercados de crédito, desenvolvimento para planos de fluxo de caixa e orçamento, venda de ativos, gerenciamento de contas a receber e a atualização de impostos. Esse processo também estabelece prazos realistas para quando estas ações devem ser concluídas. Portanto, no contexto empresarial, um plano de recuperação financeira pode ser um divisor de águas no funcionamento de negócios de todos os tamanhos. Como fazer um plano de recuperação financeira para empresas? Desenvolver um plano de recuperação financeira pode ser uma tarefa desafiadora. No entanto, essa abordagem é fundamental para empresas que desejam se reestruturar de forma eficiente. Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para ajudar no início desse planejamento. Veja agora como fazer um plano de recuperação financeira para empresas 1. Esteja preparado para agir Um aspecto importante deste processo é mapear estratégias que criem uma abordagem ágil em tempos instáveis.  Portanto, é fundamental avaliar quais são os principais riscos que podem acometer sua empresa. Identificar esses pontos de atenção é o primeiro passo para um planejamento coerente. Através desse delineamento, vai ser mais fácil definir parâmetros que podem auxiliar a tomada de decisão em tempos de crise. Evitar problemas é uma tarefa quase impossível. No entanto, podemos nos antecipar a eles e criar estratégias personalizadas para sanar essas irregularidades. 2. Tenha um plano de fluxo de caixa Criar um plano de fluxo de caixa sólido pode ser muito benéfico para qualquer negócio. Com uma visão mais ampla dos ativos fixos, empresas podem se preparar de maneira mais adequada. Essa prática envolve estabelecer limites sólidos e criar diretrizes detalhadas para estabelecer uma fonte de renda previsível e confiável que ajudará o negócio a se manter sustentável. Para começar, você deve considerar os recursos disponíveis, tanto interna quanto externamente. Depois, dedique tempo para pesquisar as tendências do mercado, hábitos de consumo e concorrência para melhor capitalizar os pontos fortes e identificar áreas de melhoria. Por fim, concentre-se em definir estratégias de preços otimizados para capitalizar oportunidades únicas de crescimento. O reflexo disso pode ser traduzido em novos ativos para sua empresa.  Com este trabalho de base e o acompanhamento e monitoramento adequado do progresso, um plano de fluxo de caixa pode se tornar um ativo inestimável para a empresa. 3. Compreender opções para créditos e empréstimo Compreender quais são suas opções para créditos e empréstimos também pode ser um passo importante para a consolidação de um bom plano de recuperação financeira. A melhor abordagem é fazer sua pesquisa e determinar o que exatamente cada oferta implica para que você não fique preso a um empréstimo ou cartão de crédito que não necessariamente atenda às suas necessidades.  Comece dando uma olhada nas taxas de juros e outras taxas associadas a cada empréstimo ou oferta de crédito. Isto permitirá que você compare as ofertas lado a lado e tenha uma ideia de qual delas funciona melhor para o seu orçamento.  Depois, reserve algum tempo para ler as letras miúdas associadas ao contrato. Isto inclui termos, condições, prazos e quaisquer outras regras impostas pelo credor.  4. Invista em comunicação Falhas de comunicação são problemas muito comuns dentro das empresas. A falta de diálogo e os ruídos são responsáveis por muitas falhas nas cadeias produtivas de negócios. Criar um protocolo de comunicação pode ser fundamental para uma reestruturação eficiente dentro de organizações corporativas. Facilitando a troca entre funcionários, colaboradores, sócios e fornecedores, essa expertise em diálogos vai ser parte importante de uma recuperação democrática e mais eficiente. 5. Estabeleça políticas de compliance Por fim, estabelecer políticas de compliance …

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LGPD e compliance - Vaadv

Tudo que você precisa saber sobre compliance e LGPD

O mundo está caminhando a passos largos para um processo de completa digitalização. Por isso, o setor jurídico deve estar preparado para essa nova realidade. Entender sobre a relação entre compliance e LGPD pode ser um bom caminho para isso. Os dados representam uma poderosa ferramenta para as empresas. Essas informações permitem a realização de ações mais efetivas e personalizadas para seus clientes. No entanto, o gerenciamento desses ativos também configura uma nova responsabilidade. Neste artigo, explicaremos com mais detalhes quais são os cuidados que devem ser tomados na administração desses dados. Utilizando os conhecimentos sobre compliance e LGPD como guia, apresentaremos esse assunto de forma mais resumida e objetiva. Veja abaixo o que explicaremos neste artigo. A relação entre compliance e LGPD. O que é compliance? Compliance no mercado moderno. O que são dados? E por que eles são importantes? O que é a LGPD? Compliance e LGPD. Quais as vantagens de adaptar o compliance à LGPD? A relação entre compliance e LGPD Estar em dia com a lei é algo vital para o funcionamento saudável e ordenado de uma empresa. Essa regularidade jurídica vai passar a credibilidade necessária para a construção de uma boa imagem no mercado. Por isso, seguir as diretrizes de compliance se faz muito necessário. Ainda mais no mercado moderno, onde a comunicação e a troca de informações se tornaram muito mais rápidas e dinâmicas. O que é compliance? Em resumo, compliance é o ato de cumprir as leis, regulamentos e procedimentos pré-existentes no ramo empresarial. Essa regularidade jurídica consiste em operar profissionalmente de maneira legal conforme as normas estabelecidas. A utilização desse conceito ocorre em uma grande variedade de indústrias e organizações governamentais. Essa métrica funciona para garantir que as regras sejam seguidas e que os padrões legais e jurídicos sejam cumpridos. As normas de compliance estabelecem um padrão para todos os profissionais em uma organização ou indústria  Esse código os ajudará a se manterem atualizados com mudanças importantes nas políticas e diretrizes de suas respectivas empregadoras. O sucesso no compliance, vai permitir que as organizações se beneficiem de ter uma reputação ética e possam construir uma imagem positiva, baseada na credibilidade perante a lei e seus consumidores. Compliance no mercado moderno No entanto, cumprir com essas obrigações legais pode se tornar um grande desafio em meio a revolução tecnológica em que estamos vivendo. Com as redes digitais assumindo o protagonismo, novas variantes entraram no jogo.   Principalmente, quando falamos sobre dados. Essas informações derivadas das interações virtuais dentro da internet representam um grande desafio para as entidades legislativas do mundo inteiro. O que são dados? E por que eles são importantes? A saber, os dados funcionam como pegadas digitais das pessoas. Todas as nossas interações virtuais acabam revelando informações pessoais sobre nossos perfis comportamentais e geográficos. Ter acesso a essa séria de informações permite que empresas consigam conhecer seu cliente de forma mais profunda. Quando bem utilizados, os dados podem ajudar no desenvolvimento de produtos e serviços mais atraentes para o público em geral. Em contrapartida, o gerenciamento dessas informações pessoais representa uma grande responsabilidade social e até mesmo jurídica para essas entidades. Afinal, esses dados podem estar suscetíveis a vazamentos e ataques hackers. Por isso, a segurança digital passou a ser uma grande preocupação para empresas de todo o mundo. Nesse cenário, as demandas para o mundo jurídico nesses casos se tornaram muito mais intensas. Como resultado disso, governos do mundo inteiro se movimentaram para tentar criar algum tipo de regularização jurídica que pudesse prestar algum tipo de suporte para pessoas físicas lesadas por esse tipo de vazamento. Foi nesse contexto que surgiram as primeiras tentativas de implementação desse tipo de regulamentação. No Brasil, esse conjunto de regras ficou conhecido como “LGPD”, ou “Lei Geral de Proteção de Dados”. O que é a LGPD? Um marco mundial para a regulamentação da utilização de dados aconteceu em 2018, quando a União Europeia definiu sua própria legislação para esse tema. Nesse contexto, as nações do velho continente estipularam a GDPR (Regulação Geral da Proteção de Dados). No mesmo ano, as entidades brasileiras se moveram e também aderiram a essa demanda por regulamentação. Esse movimento marcou o surgimento da Lei Geral de Proteção de Dados, também conhecida como “LGPD”. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é uma importante lei brasileira que estabelece diretrizes para garantir a privacidade e a segurança dos dados pessoais.  Ela foi emitida em 2018, mas validada somente em 2020, e tem a intenção de alinhar os regulamentos de proteção de dados do Brasil com o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR). Esta lei se aplica a qualquer empresa que coleta ou utiliza informações pessoais de cidadãos brasileiros, incluindo empresas fora do país. A LGPD essencialmente estabelece requisitos para a coleta, armazenamento, uso e tratamento legal de todos os dados pessoais. Ela também detalha formas pelas quais as empresas podem proteger os direitos de privacidade dos indivíduos.  Estas diretrizes incluem medidas como: a criação de salvaguardas para armazenamento e criptografia; transparência sobre como os dados são usados;  garantias legais de que os usuários tenham controle sobre seus dados.  Como resultado, as empresas tiveram que se adaptar a essas novas normas de conduta dentro dos ambientes digitais. Com isso, compliance e LGPD passaram a ter uma relação bem próxima nos assessoramentos jurídicos das grandes empresas. Compliance e LGPD  Apesar de muito difundidas nos debates públicos contemporâneos, as diretrizes e normas da LGPD ainda são muito recentes. Por isso, dúvidas jurídicas e burocráticas não são problemas raros dentro das empresas. Nesse contexto, os setores de compliance e representação jurídica têm a missão de ajudar no desenvolvimento de políticas que ajudem na conscientização sobre a importância da segurança de dados no mercado moderno. Portanto, compliance e LGPD são dois assuntos que se relacionam de forma muito natural nas dinâmicas modernas. Principalmente quando falamos sobre o setor da advocacia empresarial. Estar preparado para esses novos desafios gerados pelo mundo digital é uma das principais missões de advogados e prestadores de …

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compliance jurídico - Vaadv

Compliance jurídico: saiba sobre a aplicação na sua empresa

Se você possui um negócio ou está considerando iniciar um, compreender o compliance jurídico é essencial para administrar adequadamente sua empresa. Este artigo destaca a importância do compliance jurídico dentro das empresas e o que ele implica. Além disso, discutiremos o papel crítico de um profissional especializado para garantir que sua empresa esteja em conformidade legal.  Vamos mergulhar no assunto! O que é compliance? Compliance é o processo que garante que uma empresa esteja em conformidade com as leis, regulamentos e padrões estabelecidos. Origina-se do termo inglês “to comply”, e se refere à capacidade de tomar ações específicas para traduzir as disposições das leis e regulamentos em práticas operacionais, podendo ser sinônimo de cumprimento e conformidade. No atual ambiente empresarial altamente regulamentado, garantir o compliance pode ser um grande desafio para as entidades corporativas. É necessário compreender e cumprir todas as leis, regulamentos e normas aplicáveis a fim de proteger indivíduos, empresas e outras organizações contra possíveis responsabilidades legais. Como tal, muitas empresas contratam responsáveis pelo compliance ou profissionais especializados na supervisão e aplicação de políticas e procedimentos apropriados. O compliance também pode ser usado para se referir a um conjunto de políticas, processos e práticas desenvolvidos para assegurar que uma organização cumpra os padrões esperados, incluindo aqueles relacionados a questões ambientais, corporativas e sociais. Principais tipos de compliance que uma empresa pode cumprir O compliance é uma característica importante para qualquer negócio e há muitos tipos que devem ser considerados na busca pelo sucesso. Veja alguns abaixo. Corporativo ou empresarial: envolve o cumprimento de todas as leis e regulamentos relativos às operações, finanças e pessoal de uma empresa. Fiscal: inclui o preenchimento de impostos com precisão e dentro do prazo, assim como o pagamento de impostos devidos na íntegra. Exigindo, assim, o tratamento responsável dos fundos da empresa, como não investir em empreendimentos de maior risco ou manter o controle das despesas. Trabalhista: refere-se a salários e classificações adequadas para os funcionários, frisando seus direitos e deveres. Ambiental: garante o uso de materiais e operações seguras que não causam riscos ecológicos. Digital: cobre o armazenamento seguro dos dados dos clientes e evita atividades de crimes cibernéticos. Jurídico: todos os procedimentos devem estar conforme as leis nacionais, desde o tratamento dos acordos com os clientes até a proteção dos direitos de propriedade intelectual. Todas essas diversas formas de compliance devem ser observadas para que uma organização permaneça bem sucedida. Confira também o artigo “Guia completo do planejamento tributário”. O que é compliance jurídico? O compliance jurídico tornou-se um fator essencial para o sucesso tanto das organizações públicas quanto privadas no Brasil, após a aprovação da Lei Anticorrupção (Lei n.º 12.846/13).  Esta lei exige que as organizações desenvolvam práticas alinhadas com os regulamentos, convenções e normas legais existentes, bem como incentivar ações que produzam valor tangível para as empresas. A partir deste ponto, o cumprimento da lei não será mais visto simplesmente a partir de uma perspectiva restritiva, ela proporciona uma abordagem proativa para limitar o risco, ao mesmo tempo que enfatiza a participação em iniciativas positivas que possam contribuir para seu crescimento sustentado. Desta forma, o compliance jurídico se concentra em garantir que as empresas cumpram todas as leis e regulamentos aplicáveis relacionados às suas operações. Ele exige que as empresas estejam cientes das mudanças na legislação que possam afetar suas operações e tomem medidas para atualizar as políticas em conformidade. Também inclui a instituição de procedimentos internos adequados para monitorar a conformidade com as leis e regulamentos relevantes, bem como a implementação de sistemas para lidar com quaisquer violações potenciais que possam ocorrer. O compliance jurídico envolve a identificação dos requisitos legais e regra de conduta associada às atividades da organização e a integração desses requerimentos no negócio. O objetivo deste processo é assegurar que a organização cumpra os regulamentos governamentais, além de evitar fraudes, violações ou outras infrações legais. Uma vez que essas normas mudam frequentemente, as empresas devem estar prontas para adotar os requisitos do compliance jurídico adequado. Isso inclui a consulta com profissionais especializados para garantir a conformidade contínua. Principais tópicos do sistema de compliance na gestão empresarial O compliance é a aderência de uma parte a certos regulamentos ou procedimentos. No atual ambiente empresarial altamente regulamentado, garantir a conformidade pode ser um grande desafio para as entidades corporativas. É necessário compreender e cumprir todas as leis, regulamentos e normas aplicáveis a fim de proteger indivíduos, empresas e outras organizações contra possíveis responsabilidades legais. Como tal, muitas empresas contratam responsáveis pelo compliance ou profissionais especializados na supervisão e aplicação de políticas e procedimentos apropriados. Veja abaixo os principais tópicos de um sistema de compliance. Políticas e procedimentos: as empresas precisam estabelecer regras claras sobre o que está permitido ou não no local de trabalho. Monitoramento e auditoria interna: a organização precisa verificar frequentemente os processos, políticas e procedimentos para garantir a conformidade com as leis e regulamentos. Educação e treinamento dos funcionários: os funcionários da empresa devem receber treinamento adequado sobre as normas legais para gerenciar seus negócios de forma correta. Investigações disciplinares: as violações dessas normas devem ser investigadas para determinar a responsabilidade por sua violação. O compliance na gestão empresarial é uma parte essencial da manutenção da ordem no âmbito corporativo. Leia também Como fazer um plano de recuperação judicial? 5 dicas para aplicar o compliance na sua empresa O compliance é uma parte essencial de qualquer negócio, pois permite à organização operar eticamente e permanecer atualizada em relação aos regulamentos. Para garantir isso, as empresas devem executar cinco dicas práticas: primeiro, criar um departamento específico na empresa dedicado ao compliance jurídico. Em segundo lugar, desenvolver um código de conduta para a organização que adere aos padrões éticos.  Terceiro, manter-se atualizado sobre as mudanças emergentes na legislação tributária e certificar-se de que suas políticas estejam em conformidade com as leis e regulamentos locais. Quarto, automatize suas tarefas, tais como folha de pagamento, faturamento, folha de horas e muito mais, utilizando serviços de software baseados em nuvem que cumpram com todas as exigências legais …

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O que é holding - Vaadv

O que é holding e a sua importância nas sociedades empresariais?

Provavelmente você já deve ter se deparado com esse termo. E assim segue se perguntando: o que é holding? Para que serve a holding? Quais são os tipos de holding? Como criar uma holding? Se você quer saber tudo sobre holding, este artigo foi feito para você! Continue a leitura. Uma holding é uma empresa que possui ações ou ativos de outras empresas. Ela não produz bens ou serviços em si, mas utiliza seu poder financeiro para controlar outras empresas. As holdings são essenciais para empresas maiores, pois proporcionam a flexibilidade para diversificar investimentos, consolidar recursos e gerenciar finanças de forma mais eficiente. Vamos explorar mais a importância das empresas holding. O que é holding? Conforme o professor Marcelo da Silva em seu livro “Reorganização societária”, define holding como: “A holding é um termo em inglês que, em termos societários, é uma sociedade gestora de participações sociais. É uma forma de sociedade criada com o objetivo de administrar um grupo de empresas (conglomerado).” A holding administra e possui a maioria das ações ou quotas das empresas componentes de um determinado grupo. Essa forma de sociedade é muito utilizada por médias e grandes empresas, e normalmente visa melhorar a estrutura de capital, ou é usada como parte de uma parceria com outras empresas.” (SILVA, 2011, pág. 131) Ainda, segundo a Lei n.º 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) em seu artigo 2º, paragrafo 3º, a sociedade holding “é a companhia que pode ter por objetivo participar de outras sociedades, e mais: ainda que não prevista no estatuto, a participação é facultada como meio de realizar o objetivo social ou para beneficiar-se de incentivos fiscais.” Desta forma, as empresas do tipo holding são uma forma popular de combinar seus ativos e influência para empresas maiores e de médio porte. Operando como uma holding, as grandes empresas podem manter melhor controle sobre a organização de suas subsidiárias e sobre o tipo de investimentos que escolhem fazer. Esta forma de negócios tem sido especialmente benéfica nos últimos anos para as multinacionais que desejam expandir sua presença o mais rápida e tranquilamente possível.  Através desta estrutura, centenas de empresas podem operar  de forma independente ou ao lado umas das outras sem ter que passar por papelada ou burocracia extra. Em resumo, as empresas holding oferecem às grandes organizações uma maneira eficiente de administrar muitos aspectos diferentes de suas operações de uma só vez. Para que serve uma holding? As holdings são uma opção atraente para muitos proprietários ou diretores de empresas, pois permitem que uma empresa utilize seus recursos e influência para controlar uma ou mais outras empresas. Dependendo do tamanho de sua participação, o nível de controle que uma holding pode exercer varia significativamente entre interesses majoritários com controle gerencial direto sobre as subsidiárias, e interesses minoritários sem controle direto, mas com influência indireta através dos conselhos de acionistas – sendo ambas opções viáveis. O principal objetivo de uma holding é possuir propriedades ou ações em outros negócios. Elas têm o direito de votar em nome dessas empresas, podem influenciar as decisões tomadas por elas e fazer investimentos estratégicos para beneficiar seus próprios objetivos comerciais. Para isso, eles precisam adquirir ações suficientes nessas outras empresas para deterem uma participação de controle sobre elas. Mas vale ressaltar que as operações-chave de qualquer holding permanecem as mesmas: manter a administração das operações de uma subsidiária e influenciar suas decisões através de investimentos estratégicos na subsidiária. Quais são os tipos de holding? As empresas holding são uma ótima maneira de manter e administrar seus investimentos de capital. Elas possuem seis tipos distintos. Holding pura: aquela que participa exclusivamente do capital de suas subsidiárias e não se envolve em nenhum tipo de atividade econômica, além disso. Holding mista: participam do capital de suas subsidiárias, assim como desenvolvem atividades econômicas simultâneas. Holding patrimonial: está focada na administração e incorporação dos próprios ativos da empresa em seu capital social, aproveitando simultaneamente, os benefícios fiscais. Holding administrativa: é um tipo de organização que procura oferecer uma gestão mais profissional de suas empresas subsidiárias, ao mesmo tempo, em que assume a responsabilidade de tomar todas as decisões de forma centralizada. Holding de participação: ao invés de pretender tornar-se dominante em outras empresas, a intenção é apenas tornar-se um sócio minoritário sem controle direto exercido sobre elas. Holding familiar: tem o objetivo de administrar as empresas dentro da carteira de sua família, procurando capitalizar esses laços estreitos, deixando as decisões para aqueles que as conhecem melhor. Não importa o tipo que você escolha, uma holding pode ser extremamente benéfica para aquelas sociedades empresariais que esperam proteger e aumentar seus ativos. Prestando um serviço inestimável para ajudar as empresas a administrar recursos e fazer escolhas de investimento sólidas. Como criar uma holding? Criar uma holding não é tão assustador quanto possa parecer. O primeiro passo é decidir quais negócios e ativos a empresa irá administrar. Em seguida, pesquise suas regulamentações locais e quaisquer consequências fiscais associadas para a criação de sua holding, incluindo o custo de obtenção de uma nova licença comercial. Uma vez concluído isso, selecione sistemas contábeis apropriados e estabeleça contas bancárias para cada parte de sua empresa, adquira um seguro de responsabilidade civil e rascunhos de documentos de governança corporativa. Você vai precisar de: contrato social para sua holding; planejamento tributário e sucessório; uma análise de todo o patrimônio envolvido; definição do tipo societário; requerimento da elaboração de documentos e registros nos órgãos competentes; implantação do acordo entre os acionistas. Finalmente, tenha o cuidado de operar sob entidades legais separadas, documente todas as transações, decisões e mudanças de propriedade com precisão, e não se esqueça de consultar um advogado especializado antes de assumir qualquer compromisso importante. A criação de uma holding requer um esforço inicial, mas deve, em última instância, levar a uma maior clareza organizacional e sucesso para aqueles dispostos a investir o tempo. Quais as vantagens e desvantagens de uma holding? As empresas holding oferecem outra camada de proteção contra potenciais credores que podem estar procurando confiscar ativos …

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Processo de falência - Vaadv

Processo de falência nas empresas

A falência é um processo legal que ajuda as empresas que não podem pagar suas dívidas a ter um novo começo. O processo pode ser complicado, e existem diferentes tipos de falência. Esta visão geral ajudará você a entender os fundamentos da falência. Neste artigo, explicaremos tudo sobre o procedimento de falência de uma empresa, o que é, como funciona, quem pode pedir a falência, etc. Bem como a importância de ter a ajuda de um advogado especializado torna o processo mais eficiente. O que é a falência? A frase “ir à falência” é uma expressão que atinge o medo no coração de qualquer empresário ou proprietário de empresa.  E embora seja verdade que a falência pode ter consequências prejudiciais, é importante entender que é um processo legal e não simplesmente financeiro. Em outras palavras, a falência é uma circunstância pela qual uma empresa passa, com uma série de repercussões no campo jurídico. Embora possa ser devastadora para uma empresa, ela também oferece alguma proteção contra credores e pode dar à empresa uma chance de se reestruturar e começar de novo. A falência é um processo legal regulamentada na Lei n.º 11.101/2005, pelo qual uma empresa é incapaz de pagar suas dívidas aos credores. O processo de falência começa quando a empresa solicita a falência junto ao tribunal. Uma vez que a falência é requerida, um administrador é nomeado para supervisionar o processo de falência. O administrador então desenvolve um plano de reorganização ou liquidação, projetado para maximizar o valor dos ativos da empresa para o benefício dos credores. O processo de falência pode ser muito complexo, assim, se você estiver diante de uma falência, é importante buscar ajuda jurídica experiente para navegar no processo e maximizar suas chances de sucesso. Como funciona a falência? A falência é um processo legal que proporciona alívio às empresas que não têm condições de pagar suas dívidas. Um tribunal de falências supervisionará o processo e determinará se a empresa pode continuar a operar ou se precisa ser vendida para poder pagar seus credores. Geralmente, a falência da empresa é registrada, permitindo a empresa reestruturar sua dívida e continuar operando. Entretanto, se o tribunal considerar que o negócio não é viável, pode ser forçado a liquidar seus ativos a fim de reembolsar seus credores. Embora a falência possa ser um processo difícil para as empresas, ela proporciona uma maneira de obter alívio de suas dívidas e começar de novo. Quem pode requerer a falência? A Lei n.º 11.101/2005 determina que, como regra geral, somente o Empresário Individual, as Sociedades Empresárias e a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada – EIRELI podem requerer a falência no Brasil. Isto porque estes tipos de entidades têm uma função social para impulsionar a economia do país, proporcionar crescimento social, possibilitar a oferta de emprego, comércio, etc. Nem pessoas físicas, nem algumas pessoas jurídicas, como as Sociedades Simples, podem requerer a falência no Brasil, bem como as Fundações, Associações, Partidos Políticos, Entidades Religiosas, ONGs, Empresas Públicas, Sociedades de Economia Mista, etc. Esta lei foi criada com a intenção de proteger as empresas que contribuem para o desenvolvimento da economia e da sociedade brasileiras. É importante notar que, embora a falência possa ser proibida para alguns tipos de entidades, existem medidas alternativas que podem ser tomadas para proteger seus ativos e reestruturar suas dívidas. Quais são os requisitos para ser decretada a falência? Os três requisitos que devem ser atendidos para que um pedido de falência seja concedido são: o status de empresário ou empresa empresarial; insolvência lato sensu; uma declaração judicial. Primeiro, o requerente deve ser um empresário ou empresa empreendedora. Isto significa que o requerente deve estar envolvido em atividade comercial com o objetivo de obter lucro. Segundo, o requerente deve ser insolvente lato sensu, o que significa que ele não pode pagar suas obrigações contratadas. E terceiro, uma declaração judicial é necessária para que o pedido de falência seja deferido. Esta declaração pode ser feita pelo tribunal ou pelos próprios credores. Além desses três requisitos, para que uma empresa seja elegível à falência, ela deve ter dívidas que excedam 40 salários mínimos. Este limite está em vigor para garantir que somente as empresas que estão realmente lutando possam requerer a falência. Uma vez satisfeitos estes requisitos, o pedido de falência será deferido e o requerente será declarado falido. O que acontece com as dívidas após a declaração de falência? Após a declaração de falência, o tribunal nomeará um administrador judicial responsável pela venda dos bens não isentos do devedor e pela distribuição do produto aos credores. Os credores também podem apresentar reclamações contra a herança, que o síndico irá então rever e aprovar ou rejeitar. Uma vez que todos os créditos tenham sido resolvidos, quaisquer dívidas remanescentes são liberadas e o devedor é liberado da responsabilidade. Em alguns casos, certos tipos de dívidas podem não ser exonerados, tais como pensão alimentícia ou de alimentos, empréstimos estudantis ou impostos devidos. Se o devedor quiser manter certos bens, tais como um carro ou uma casa, pode ser exigido que ele continue fazendo pagamentos sobre essas dívidas. Alguns motivos que levam uma empresa à falência Antes de iniciar um negócio, é essencial conduzir uma pesquisa de mercado a fim de avaliar o potencial de sucesso. Sem uma compreensão completa do mercado, é difícil criar um produto ou serviço que atenda às necessidades dos consumidores. Além disso, as empresas precisam estar cientes da concorrência e ter um plano claro de como irão diferenciar sua oferta. Finalmente, é importante ter expectativas realistas de crescimento e lucratividade. Sem planejamento e execução cuidadosos, mesmo as empresas mais promissoras podem fracassar. Há várias razões pelas quais as empresas podem chegar à falência, mas algumas das mais comuns incluem não analisar o mercado antes de começar, ficar sem recursos e não ter profissionais qualificados no quadro de pessoal. Ignorar o mercado é uma receita segura para o desastre, assim como é deixar de investir em pessoal qualificado. Ter recursos insuficientes também pode levar à falência, pois …

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tipos de advogados - Vaadv

Quais os tipos de advogados e como escolher o melhor?

Quando você precisa de ajuda jurídica, o primeiro passo é encontrar o tipo certo de advogado. Dependendo de seu caso, você pode precisar de um advogado tributarista, um advogado de direito de família ou um advogado empresarial. Nem todos os advogados são criados iguais e é importante escolher um especialista na área do direito com o qual você precise de ajuda. Neste artigo, discutiremos os diferentes tipos de advogados e suas áreas de atuação para que você possa tomar uma decisão informada sobre qual tipo de advogado é adequado para você. O que é a advocacia? Antes de entrarmos nos diferentes tipos de advogados, vamos dar um passo atrás e definir o que é a advocacia. A advocacia é um componente crítico do sistema jurídico. É a área técnica que defende os interesses das pessoas, com base em leis, decisões judiciais e teorias jurídicas. No Brasil, a advocacia é praticada por aqueles inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os advogados desempenham um papel crucial na proteção dos direitos dos indivíduos e na garantia de que a justiça seja feita. Eles trabalham incansavelmente para pesquisar casos, preparar argumentos e representar seus clientes nos tribunais. Sem os advogados, o sistema jurídico seria incapaz de funcionar de forma eficaz. Os advogados garantem que todos tenham uma chance justa de ter suas vozes ouvidas e seus direitos defendidos. Graças a seus esforços, a justiça é alcançável para todos. Assim, advocacia é o ato de defender ou apoiar uma causa/grupo. Os defensores trabalham para aumentar a conscientização sobre as questões e construir apoio para a causa escolhida. Em alguns casos, a defesa pode também envolver a prestação de serviços diretos, tais como ajudar indivíduos a navegar no sistema jurídico. Independente da forma que ela assuma, a advocacia consiste em usar a voz de cada um para fazer a diferença. Para os defensores, o objetivo é criar mudanças positivas no mundo, trabalhando para garantir que todos tenham a oportunidade de ter suas vozes ouvidas. Mercado jurídico no Brasil O Brasil é o maior mercado jurídico da América Latina e é um dos mercados que mais cresceu no mundo durante a última década. O crescimento econômico do país, aliado a uma classe média em ascensão e a uma expansão da base de consumidores brasileiros, tem alimentado a demanda por serviços jurídicos. O resultado é um crescimento súbito no mercado jurídico brasileiro, com escritórios de advocacia expandindo suas operações e lançando novas práticas para atender à crescente demanda. O mercado jurídico brasileiro é altamente competitivo, com um grande número de escritórios de advocacia disputando por negócios. Em um mercado tão concorrido, as firmas devem se diferenciar para se destacar. Muitos escritórios capitalizaram a reputação do Brasil como um centro global de negócios, posicionando-se como especialistas em transações transfronteiriças e resolução de disputas.  Outras têm se concentrado em áreas de atuação de nicho como direito ambiental ou direito trabalhista. Qualquer que seja sua especialidade, escritórios de advocacia de sucesso no Brasil devem conseguir fornecer serviços de alta qualidade a preços competitivos. O mercado jurídico brasileiro deve continuar a crescer nos próximos anos, impulsionado pela contínua expansão econômica e por uma crescente classe média. Este crescimento criará oportunidades para escritórios de advocacia capazes de se adaptar e capitalizar sobre as mudanças das condições de mercado. 7 tipos de advogados e sua áreas de atuação Agora que sabemos o que é a advocacia e sobre o mercado jurídico no Brasil, vamos discutir os diferentes tipos de advogados e suas áreas de atuação. Tenha em mente que esta não é uma lista exaustiva, há muito mais áreas do direito especializadas do que as que discutiremos aqui. 1. Direito Tributário Os advogados tributaristas são especialistas em direito tributário e ajudam seus clientes a cumprir as regulamentações tributárias estaduais e federais. Eles aconselham seus clientes sobre como estruturar seus negócios para minimizar sua responsabilidade fiscal, e os representam em disputas com a Receita Federal ou com as autoridades fiscais estaduais. Os advogados tributários também ajudam empresas e pessoas físicas a fazer seu planejamento tributário, apresentar suas declarações e realizar seus pagamentos. Além disso, os advogados tributaristas podem prestar testemunho especializado em processos judiciais envolvendo questões tributárias. O direito tributário é uma área complexa e em constante mudança da lei, e os advogados devem se manter atualizados com os últimos desenvolvimentos a fim de melhor servir seus clientes. 2. Direito Empresarial Os advogados especializados em direito empresarial ajudam seus clientes a navegar pelo complexo cenário jurídico de iniciar e administrar um negócio.  Desde a escolha da estrutura empresarial correta e a obtenção das licenças e permissões necessárias, até a elaboração de contratos e a garantia do cumprimento dos regulamentos, estes advogados fornecem uma orientação crítica em cada etapa do processo. Além disso, eles também lidam com disputas entre empresas, tais como reclamações de violação de contrato ou disputas de propriedade intelectual. Quer você esteja apenas começando ou já esteja no negócio há anos, um advogado de negócios pode ajudá-lo a evitar problemas legais e permanecer no lado certo da lei. Os advogados empresariais podem ainda representar as empresas em questões legais relacionadas a transações comerciais, contratos, propriedade intelectual, direito trabalhista, conformidade regulatória, recuperação judicial e muito mais. 3. Direito Societário O direito societário é um ramo do direito que trata da formação, dissolução e operação de sociedades empresariais. A lei corporativa regula a relação entre os acionistas, diretores e administradores de uma corporação, regula também as relações entre a corporação e o público, credores e funcionários. O direito societário existe para promover a atividade econômica, incentivando a formação de sociedades empresariais. O objetivo do direito societário é equilibrar os interesses dos acionistas, credores, funcionários e do público. 4. Direito de Família e Sucessões Advogados especializados em direito de família e sucessões ajudam as pessoas a navegar pelas complexidades legais das relações e da vida familiar. Eles fornecem conselhos sobre questões como casamento, divórcio, guarda de filhos, pensão alimentícia e adoção. Além disso, eles podem ajudar a resolver disputas entre membros da família, …

Quais os tipos de advogados e como escolher o melhor? Read More »

Tipos societários - Vaadv

Você sabe quais são os tipos societários existentes? Vamos conferir!

Quando a maioria das pessoas pensa em uma sociedade empresarial, elas imaginam uma entidade grande e sem rosto. Entretanto, há muito mais em uma sociedade empresarial do que se vê. Na verdade, existem vários tipos societários, cada uma com seu próprio conjunto único de benefícios e desvantagens. Vamos dar uma olhada para que você empreendedor saiba qual tipo societário é mais vantajoso para a sua empresa. O que é uma sociedade empresarial? Uma sociedade empresarial é um acordo entre duas ou mais pessoas para administrar um negócio em conjunto.  As parcerias podem ser formalizadas através de um acordo, que estabelece as funções e responsabilidades de cada parceiro, assim como o negócio será administrado e como os lucros serão compartilhados. As sociedades empresariais são divididas em tipos societários que podem ser limitadas ou ilimitadas, dependendo do nível de responsabilidade que cada parceiro está disposto a assumir. Assim, as sociedades empresariais podem ser uma forma vantajosa de administrar um negócio, pois permitem reunir recursos e conhecimentos e disseminar o risco financeiro. Entretanto, é importante escolher cuidadosamente os parceiros, pois as discordâncias entre parceiros podem levar rapidamente à dissolução da sociedade. Quais são os tipos societários existentes? 1. Sociedade Simples Uma sociedade simples é uma relação comercial entre duas ou mais pessoas que realizam negócios visando obter lucro. O termo “sociedade” também pode se referir a uma entidade comercial formal, como uma sociedade de responsabilidade limitada. A sociedade simples é formada por prestadores de serviços que têm a profissão como sua principal atividade no mercado ou simplesmente a exercem na empresa. Estes incluem profissionais como advogados, contadores, engenheiros, arquitetos e assim por diante. Em uma sociedade simples, os sócios participam igualmente dos lucros e perdas do negócio. Cada sócio também tem responsabilidade ilimitada pelas dívidas da empresa. Isto significa que se a empresa não puder pagar suas dívidas, cada sócio pode ser considerado pessoalmente responsável pelo valor total da dívida, pois respondem de forma solidária. Sociedades simples são relativamente fáceis de formar e requerem poucas formalidades. Entretanto, elas têm algumas desvantagens, incluindo o fato de que cada sócio tem responsabilidade ilimitada pelas dívidas da empresa. 2. Sociedade Limitada (LTDA) A sociedade limitada é um tipo popular de corporação no Brasil. Sob esta estrutura empresarial, as responsabilidades e direitos de cada sócio estão relacionados com o valor investido por eles. Isto significa que os bens pessoais dos sócios são protegidos em caso de falência ou dívidas. A empresa deve ter um administrador, o representante legal da empresa. Este administrador é escolhido pela maioria dos sócios ou estabelecido no contrato social. Uma sociedade limitada é um dos tipos societários que oferece a seus proprietários proteção contra responsabilidades pessoais, não são consideradas responsáveis por dívidas e obrigações incorridas pela empresa. Este escudo de responsabilidade limitada é uma das principais razões pelas quais dentre os tipos societários esse é uma escolha tão popular para as pequenas empresas. 3. Sociedade em Nome Coletivo Esse tipo societário é uma estrutura empresarial na qual dois ou mais sócios compartilham a propriedade da empresa e participam igualmente dos lucros e perdas. Os sócios são pessoalmente responsáveis pelas dívidas da empresa, o que significa que os credores podem vir após o patrimônio pessoal dos sócios se a empresa não puder pagar suas dívidas. As parcerias podem ser formadas informalmente ou através de um acordo de parceria escrito. Em uma sociedade em nome coletivo, cada sócio tem uma palavra igual a dizer sobre como o negócio é administrado e todos os sócios são corresponsáveis pelas dívidas do negócio. Este tipo de parceria é frequentemente utilizado por empresas que são relativamente simples de administrar, como pequenas empresas ou empresas familiares. Embora uma parceria geral possa oferecer algumas vantagens, tais como flexibilidade e simplicidade, ela também tem algumas desvantagens, tais como responsabilidade ilimitada para os sócios. 4. Sociedade em Comandita Simples A sociedade comanditária é um tipo de organização empresarial que se caracteriza por ter dois tipos de parceiros: os sócios comanditários e os comanditados. A principal diferença entre estes dois tipos de sócios é que os sócios comanditários não fazem parte da administração da empresa, enquanto os sócios comanditados podem assumir funções dentro da organização. Outro aspecto relevante deste modelo empresarial é que o nome da empresa inclui apenas os sócios comanditados. É importante observar que tudo isso deve ser detalhado no contrato social da empresa. A parceria limitada pode ser útil para empresas que requerem uma quantidade significativa de capital, mas não querem que todos os sócios tenham um papel ativo na gestão. Entretanto, é importante ter em mente que este tipo de organização também tem algumas desvantagens. Uma das principais desvantagens é que pode ser difícil transferir a propriedade, uma vez que todos os sócios limitados devem concordar com quaisquer mudanças de propriedade. Além disso, este modelo empresarial também pode levar a conflitos entre os diferentes tipos de parceiros, uma vez que seus interesses nem sempre estão alinhados. 5. Sociedade Comandita por Ações Uma sociedade comandita por ações é um tipo societário em que o capital da empresa é dividido em ações. Em uma sociedade comandita por ações somente os sócios administradores, conhecidos como diretores, têm responsabilidade ilimitada.  Isto significa que os ativos dos outros sócios são protegidos em casos como morte ou falência. Além disso, se um sócio quiser deixar a empresa, a maioria dos outros sócios deve concordar com a decisão.  Este tipo de entidade empresarial é popular em muitos países, pois oferece responsabilidade limitada a todos os sócios, simultaneamente, em que lhes permite levantar capital através da venda de ações. 6. Sociedade Anônima (SA) Na sociedade anônima o capital financeiro da empresa é dividido em ações, e aos acionistas são normalmente concedidos direitos de voto na proporção de sua participação acionária. As corporações também são regidas por estatutos, que estabelecem as regras e regulamentos para a forma como a empresa será operada. A sociedade anônima pode escolher entre ser aberta ou fechada. Uma corporação aberta permite que qualquer pessoa compre ações, enquanto uma corporação fechada limita a propriedade …

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advogado recuperação judicial - Vaadv

Advogado de recuperação judicial: qual a importância de ter um especialista?

Se você é um empresário, há uma boa chance de ter ouvido falar de recuperação judicial. Mas o que é isso? E mais importante, por que você precisa de um advogado de recuperação judicial para atuar nos processos de sua empresa? Vamos dar uma olhada mais de perto. Neste artigo, explicaremos: o que é a recuperação judicial;  como ela funciona na prática; como funciona o plano de recuperação judicial;  a importância e os benefícios de ter um advogado de recuperação judicial para atuar nos processos de sua empresa. O que é a recuperação judicial? A recuperação judicial é um dispositivo legal que visa prevenir organizações que tenham problemas financeiros que podem levar à insolvência.  Tem como base legal a Lei n.° 11.101/2005 que regulamenta a recuperação judicial, extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. Foi atualizada pela Lei n.º 14.112/20, que alterou alguns procedimentos como: inclusão dos produtores rurais; proibição da retenção ou penhora de bens; tentativa de conciliação; plano de recuperação criado pelos credores; novos prazos para parcelamento de dívidas tributárias; proibição de distribuição de lucros e dividendos aos sócios. O principal objetivo da recuperação judicial é permitir a continuidade da empresa devedora, protegendo-a dos credores, a fim de obter uma maior e melhor distribuição de ativos entre eles.  Para tanto, a administração da empresa permanece em vigor e todos os seus poderes são mantidos, inclusive os de disposição do patrimônio.  A recuperação judicial não deve ser confundida com falência, que não visa salvar a empresa, mas a dissolve e faz a liquidação de seus ativos para pagamento aos credores.  A recuperação judicial também difere da recuperação extrajudicial, que é um acordo entre o devedor e os credores fora do escopo da lei de falências.  A recuperação judicial pode ser proposta pela empresa devedora ou por um, ou mais credores que representem pelo menos dois terços dos créditos conhecidos. Além disso, deve ser autorizada por decisão do tribunal onde está sendo realizado o processo de concordância.  A recuperação judicial tem como principal diferença em relação à falência que a insolvência não é verificada para acesso aos procedimentos – apenas dificuldades financeiras são suficientes – o que torna este mecanismo legal mais acessível do que nunca às empresas no Brasil.  A recuperação judicial é uma alternativa que permite as empresas não apenas sobreviverem a uma crise financeira, mas também saírem mais fortes do outro lado.  Ao evitar a insolvência, as empresas podem manter suas operações e sua força de trabalho enquanto trabalham em um plano para pagar suas dívidas ao longo do tempo.  Isto lhes dá uma chance de se reerguerem e continuarem contribuindo para a economia, algo que beneficia a todos a longo prazo. Confira o Caso da Oi, um dos casos mais famosos de recuperação judicial. Como funciona na prática a recuperação judicial? Vamos pegar um exemplo fictício. Imagine que existe uma rede de lojas de conveniência que atuam em determinada cidade. Possui vínculo com mais de 150 fornecedores, possui quatro contas em bancos diferentes e totaliza 100 empregados. Essa loja de conveniência percebe em crise econômico-financeira, já que percebe que seu faturamento está caindo, começou a atrasar o pagamento dos seus credores e funcionários. Nessa situação os credores e os bancos começam a entrar com ações de execução contra essa rede de lojas de conveniência. Esse é um exemplo de cenário bem comum em casos onde a recuperação judicial pode ser o único procedimento possível para recuperar a empresa. A partir dessa situação é que entra o advogado de recuperação judicial para elaborar um plano de recuperação judicial. Como funciona o plano de recuperação judicial? Ninguém jamais espera encontrar a necessidade de um plano de recuperação judicial, mas às vezes a vida nos surpreende.  Quer você esteja enfrentando tempos difíceis e revés inesperado, um plano de recuperação judicial pode ajudá-lo a colocar seu negócio de volta no caminho certo. O primeiro passo para criar um plano de recuperação judicial é determinar para que tipo de processo de falência você será elegível. Isto pode ser feito através de uma prova de insuficiência de recursos ou consultando um advogado de recuperação judicial. Uma vez que você tenha determinado para qual tipo de processo de falência você será elegível, você precisará reunir todos os documentos necessários. Estes documentos incluirão demonstrações financeiras, declarações de impostos e uma lista de seus credores. Após ter reunido todos os documentos necessários, você precisará apresentar uma petição ao tribunal. Uma vez apresentada a petição, você precisará comparecer a uma assembleia de credores. Nessa reunião, seus credores terão a oportunidade de fazer perguntas sobre suas finanças e seu plano de reembolso proposto. Uma vez concluída a reunião de credores, você precisará desenvolver e apresentar um plano de reembolso ao tribunal para aprovação. Assim que o plano de reembolso for aprovado pelo tribunal, você começará a fazer pagamentos conforme o plano. Se você completar com sucesso o plano de pagamento, suas dívidas serão quitadas e você poderá seguir com sua vida livre de dívidas. Ninguém nunca quer precisar de um plano de recuperação judicial, mas se você se encontrar nesta situação, é importante saber que há ajuda disponível. Seguindo os passos descritos com a ajuda de um advogado de recuperação judicial você pode criar um plano de recuperação judicial que o ajudará a colocar seu negócio de volta no caminho certo. Por que você precisa de um advogado de recuperação judicial? Se sua empresa está enfrentando dificuldades financeiras, é importante procurar um advogado o mais rápido possível.  Um advogado experiente pode ajudá-lo a compreender todas as suas opções e descobrir o melhor curso de ação para sua situação particular.  Sem assistência jurídica, você pode acabar tomando decisões que podem comprometer o futuro de sua empresa  Por exemplo, digamos que sua empresa não possa fazer seus pagamentos mensais de empréstimo.  Se você decidir parar de fazer pagamentos sem antes consultar um advogado, o credor poderá iniciar um processo de execução hipotecária contra sua empresa.  Entretanto, se você trabalhar com um advogado de recuperação judicial, …

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15ª EXPO CRISTÃ elege Felício Valarelli “Empresário do ano”

Em cerimõnia realizada na abertura do evento, o dr. Felício Rosa Valarelli recebeu o prêmio de “Empresário do Ano”, concedido pela Expo Cristã, em reconhecimento à sua honrosa atuação nas áreas de economia e legislação empresarial, além da brilhante contribuição para enriquecer e ajudar pequenas empresas. O prêmio Expo Cristã surgiu com o objetivo de homenagear personalidades de sucesso, que tem influenciado o meio corporativo. Promovido pela Feria Expo Cristã, o evento premia e homenageia os empresários e personalidades de destaque em diversas categorias. O prêmio Expo Cristã é destinado a empresários, empresas e personalidades que se destacam durante o ano em diversas áreas como: economia, jurídica, literatura, música, revelação, personalidade e o prêmio de reconhecimento pela atuação e desbravamento do mercado. Por se tratar de um evento internacional, o prêmio Expo Cristã tem alcance em todo território brasileiro e também homenageia empresários do país que atuam em outros territórios como: Portugal, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Argentina, entre outros. O evento A ExpoCristã é considerada o evento com maior concentração de profissionais relevantes no cenário da inovação e empreendedorismo do segmento cristão evangélico. Com o objetivo de promover encontros, rodadas de negócios, demonstrar o potencial tecnológico e apresentar as novas tendências para o setor, a feira reúne empresas, startups, ministérios, instituições de ensino, gravadoras, editoras, artistas e personalidades do segmento. A feira é voltada “preferencialmente” para B2B com palestras direcionadas, rodadas de negócios e área de exposição voltados para públicos diversos, como empresários, empreendedores, gestores públicos e pesquisadores envolvidos no desenvolvimento do setor. Também conta com a realização de vários eventos nacionais e internacionais simultâneos no mesmo espaço, como première de filmes com a presença de protagonistas, conferencias com autores de best sellers, congressos, café de pastores, além de shows e espetáculos. “A ExpoCristã está aberta para receber parceiros, empresas e instituições com relevantes contribuições e que queiram somar esforços para intensificar e promover a inovação do mercado cristão”, afirma a CEO da empresa, Adriana Barros. Em 2018 o ganhador foi Eliel Pinheiro. Em 2017, o prêmio foi concedido ao empresário André Santos. Em 2016, a Expo Cristã ofereceu o prêmio a Maurício Ramos. Sobre a organização A Rede do Bem Group é uma holding que iniciou suas atividades há 20 anos, intermediando negócios de radiodifusão em todo o país. Hoje controla empresas no Brasil e nos Estados Unidos, atuantes na inovação do entretenimento cristão voltados para a família como filmes, eventos, shows e espetáculos musicais para esse mercado que tem crescido vertiginosamente, não só na área de comunicação como também de produtos e serviços, dado ao fato do aumento no número de cristãos no Brasil e no mundo. Liderado pela empresária Adriana Barros, a Rede do Bem Group assumiu a organização da Expo Cristã em 2017. O evento é a maior plataforma oficial de lançamentos de produtos e serviços para o público cristão no Brasil e na América Latina. O intuito é mostrar tudo que o meio produz por meio da exposição de entidades setoriais, entretenimento, cultura e capacitação. Artigo originalmente publicado em https://www.folhajuridica.net.br/post/15ª-expo-cristã-elege-felício-valarelli-empresário-do-ano Recuperacao Judicial Felício Valarelli

Encontro Literário IDE homenageia Felício Valarelli

A cerimõnia de premiação aconteceu no dia 29 de outubro de 2018, no auditório Elis Regina, São Paulo, SP. O dr. Felício Rosa Valarelli recebeu o prêmio internacional de “Personalidade Literária”, por sua contribuição única e valiosa na formação de empresários, por meio de seus livros e artigos para o setor empresarial e financeiro, os quais foram de grande ajuda aos docentes de empresas e de grande impacto aos leitores em geral. A primeira edição do Encontro Literário IDE terá como propósito reconhecer, enaltecer e premiar a excelência da literatura. Realizado entre os dias 27 a 30 de setembro, no Auditório Elis Regis, no Anhembi, em São Paulo, o evento é uma iniciativa do Instituto Conhecer Brasil – Organização de Sociedade Civil de Interesse Público. Ainda terá a parceria da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo e da Rede do Bem Group, com apoio da 14ª Expo Cristã. A primeira edição do Encontro Literário integrou uma série de eventos, entre palestras e seminários, além do Prêmio IDE, implementado para promover o mercado, incentivar a leitura, reconhecer os melhores projetos editoriais e avaliar a qualidade e o diferencial das obras. Novos escritores e alguns dos mais consagrados autores participarão do encontro, que reunirá o melhor da produção literária nacional e internacional. O evento A ExpoCristã é considerada o evento com maior concentração de profissionais relevantes no cenário da inovação e empreendedorismo do segmento cristão evangélico. Com o objetivo de promover encontros, rodadas de negócios, demonstrar o potencial tecnológico e apresentar as novas tendências para o setor, a feira reúne empresas, startups, ministérios, instituições de ensino, gravadoras, editoras, artistas e personalidades do segmento. “A ExpoCristã está aberta para receber parceiros, empresas e instituições com relevantes contribuições e que queiram somar esforços para intensificar e promover a inovação do mercado cristão”, afirma a CEO da empresa, Adriana Barros. Em outros anos, os ganhadores do prêmio foram: Josué Gonçalves (2017); Hernandes Dias Lopes (2016); Rick Waren (2015). Sobre a organização A Rede do Bem Group é uma holding que iniciou suas atividades há 20 anos, intermediando negócios de radiodifusão em todo o país. Hoje controla empresas no Brasil e nos Estados Unidos, atuantes na inovação do entretenimento cristão voltados para a família como filmes, eventos, shows e espetáculos musicais para esse mercado que tem crescido vertiginosamente, não só na área de comunicação como também de produtos e serviços, dado ao fato do aumento no número de cristãos no Brasil e no mundo. Liderado pela empresária Adriana Barros, a Rede do Bem Group assumiu a organização da Expo Cristã em 2017. O evento é a maior plataforma oficial de lançamentos de produtos e serviços para o público cristão no Brasil e na América Latina. O intuito é mostrar tudo que o meio produz por meio da exposição de entidades setoriais, entretenimento, cultura e capacitação. Artigo originalmente publicado em https://www.folhajuridica.net.br/post/encontro-literário-ide-homenageia-felício-valarelli Recuperacao Judicialalarellihttps://www.folhajuridica.net.br/post/encontro-literário-ide-homenageia-felício-valarelli Recuperacao Judicial. Felício Valarelli