Felício Valarelli

recuperação extrajudicial - vaadv

Saiba tudo sobre a recuperação extrajudicial 

Compreender como funciona a recuperação extrajudicial é fundamental para garantir o sucesso de cada etapa  A recuperação extrajudicial torna-se uma maneira da empresa conseguir sair da crise financeira sem afetar o desenvolvimento das suas atividades.  Para isso, é preciso compreender o que é esse tipo de recurso, seus benefícios e como a sua empresa pode escolher entre esse modelo ou outra alternativa para driblar a situação financeira.  Ter em mente que é preciso ajuda de uma assessoria jurídica é essencial para que a empresa consiga ultrapassar o obstáculo e retornar a sua normalidade e crescimento.  Neste artigo você irá entender sobre a recuperação extrajudicial. Continue a leitura!  O que é recuperação extrajudicial?  A Lei n° 14.112/2020, que altera as Leis n° 11.111/2005 e n° 10.522/2002, atualiza a legislação que se refere à recuperação judicial, recuperação extrajudicial e falência do empresário e da sociedade empresária.  Ela define alguns requisitos importantes, alterando algumas regras previstas anteriormente na legislação.  Mas primeiro de tudo, precisamos delimitar o que é a recuperação judicial.  A recuperação extrajudicial é um acordo feito de maneira privada entre o devedor e o credor. Nesse caso, entre a empresa e os seus credores.  Esse tipo de recuperação é uma alternativa para a recuperação judicial, que envolve todo um processo na Justiça para a resolução do problema.  Resumidamente, a recuperação judicial é uma ferramenta utilizada pela empresa para superar as dificuldades financeiras enquanto continua com suas atividades.  A falência marca a retirada de uma empresa do mercado, liquidando seus ativos para realizar o pagamento aos credores.  Já a recuperação extrajudicial é uma solução que tenta a negociação direta entre empresa e seus credores, podendo o acordo ser submetido à homologação da Justiça.  Leia também nosso artigo Recuperação judicial: o que é e como funciona o processo para entender mais sobre o processo.  Como funciona o processo de recuperação?  A primeira coisa que é necessário compreender é que essa alternativa de recuperação precisa ser acertada com todos os credores.  É necessário que todos concordem com o processo e, no momento em que aceitarem, os créditos entram em um estágio chamado “novação”.  Com a novação, passa a valer as previsões indicadas no plano de recuperação e a empresa precisa arcar com os compromissos firmados.  É vital que a recuperação extrajudicial seja planejada adequadamente, seguindo parâmetros bem delimitados e que a empresa consiga cumprir com tudo o que é apresentado para os credores.  Assim, temos alguns benefícios que podem ser destacados.  Benefícios  A recuperação extrajudicial apresenta como vantagens: maior agilidade no processo; simplicidade por diminuir a burocracia em relação à recuperação judicial; a empresa terá maior possibilidade de lucratividade se cumprir o plano de recuperação de maneira adequada;  maior espaço para a autonomia privada.  Regras para a recuperação extrajudicial  Não são todas as empresas que podem escolher a recuperação extrajudicial. Existem algumas regras para elas.  Algumas empresas de setores específicos que estão excluídos são:  empresas públicas e sociedades de economia mista;  instituição financeira pública ou privada; cooperativa de crédito; consórcio;  entidade de previdência complementar;  sociedade operadora de plano de assistência à saúde;  sociedade seguradora; sociedade de capitalização.  A recuperação extrajudicial pode ser homologada ou não pelo Judiciário. Essa homologação será facultativa ou obrigatória caso os credores não concordarem com o plano de recuperação.  Para requerer a recuperação é preciso que a empresa exerça suas atividades há mais de dois anos e não seja falida ou, se for, já ter cumprido suas obrigações.  O empresário também não pode ter sido condenado ou ter, como administrador ou sócio-controlador, pessoa condenada por qualquer um dos crimes previstos na legislação.  O plano de recuperação precisa conter:  detalhamento dos meios de recuperação que serão utilizados no processo;  demonstração da viabilidade econômica;  laudo econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor.  É imprescindível notar que ter a assistência de uma assessoria jurídica torna-se fundamental para a elaboração do plano de recuperação, a escolha do melhor meio para fazer esse processo e a avaliação da empresa como um todo.  Recapitulando Neste artigo você aprendeu o que é recuperação extrajudicial, um acordo amigável entre a empresa e os credores, e a sua diferença para a recuperação judicial, processo burocrático e demorado.  Também foi explicado como funciona o processo, quais empresas podem pedir a recuperação extrajudicial e quais são seus benefícios em comparação com o outro modelo de recuperação.  Por fim, foi explicado o que deve conter em um plano de recuperação judicial e a importância da assessoria jurídica durante todo o processo. Acompanhe nosso blog e nosso Instagram para mais novidades! Felício Valarelli

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Guia completo do planejamento tributário

Entenda como o planejamento tributário pode auxiliar no crescimento da sua empresa  Todo empresário precisa ter atenção redobrada quando mencionamos o planejamento tributário.  Isso porque este item é esquecido em meio a tantas obrigações e demandas burocráticas que precisam ser resolvidas para o funcionamento da empresa.  Mas não se preocupe, fizemos este guia com linguagem acessível e direta para facilitar o entendimento da temática.  Esperamos que termine a leitura com todas as dúvidas sanadas. Porém, se ainda tiver questionamentos, estaremos à disposição para conversar a respeito.  O que você verá neste artigo?  O que é planejamento tributário?  Como fazer o planejamento tributário? 3 benefícios do planejamento tributário com a ajuda de uma assessoria jurídica  Quais os tipos de planejamento tributário?  Resumo  O que é planejamento tributário?  Antes de explicar sobre o planejamento tributário, precisamos mencionar sobre a situação tributária brasileira.  Segundo dados do estudo divulgado pela plataforma CupomValido com dados da OCDE sobre a tributação das empresas, o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países que mais tributam.  As empresas brasileiras pagam uma média de impostos de 34%, sendo este valor maior que 70% da média global.  De acordo com o estudo, apenas 18 países tributam as empresas com uma alíquota maior que 30%. O Brasil está incluído nesta lista, sendo maior que as tributações cobradas por países desenvolvidos.  Em vista desses dados, é vital que o empresário entenda sobre o cenário de tributação nacional e compreenda a importância do planejamento tributário para a saúde da empresa.  Agora vamos para a pergunta inicial: o que é planejamento tributário? O planejamento tributário é uma maneira legal de encontrar maneiras de reduzir os tributos pagos pela empresa.  Assim, é um conjunto de ações colocadas em prática para reduzir os tributos pagos.  Basicamente, é uma alternativa viável e dentro da lei de poder reduzir a carga fiscal imposta pela legislação tributária em relação a uma empresa.  Mas não pense que isso leva a sonegação fiscal. As duas coisas são bem diferentes e optar por um bom plano tributário indica que o negócio está em conformidade com as leis, portanto, não é nenhuma ação ilícita.  Vamos fazer uma conexão com o Tio Patinhas (isso mesmo) para ficar mais fácil a explicação.  O Tio Patinhas tem uma fortuna de fazer inveja. Ele se tornou milionário por reivindicar um pedaço de uma mina inexplorada.  Nessa história, ele encontra uma grande quantidade de ouro que rendeu toda a sua fortuna atual. Estamos falando de tributos, mas se compararmos a hipótese do Tio Patinhas resolver abrir uma empresa, ele precisará cuidar da parte tributária com cautela para não detonar seu empreendimento e nem responder por atos ilegais perante a Justiça.  A mesma coisa se aplica a sua empresa, por isso é preciso continuar a leitura para entender como organizar a parte tributária do negócio.  Indicamos a leitura do artigo Recuperação judicial: o que é e como funciona o processo. Como fazer o planejamento tributário? Para fazer seu planejamento indicamos a ajuda de uma assessoria jurídica especializada no assunto.  Mas iremos trazer dicas para facilitar o seu entendimento sobre a complexidade da temática. Primeiramente, será preciso fazer uma coleta de dados da situação da empresa, por exemplo, qual é seu porte e estrutura, qual é seu enquadramento tributário e quais atividades desenvolve.  O panorama dará uma perspectiva abrangente da real situação do negócio. Após esse procedimento, será analisada a natureza jurídica que a empresa está enquadrada.  É com essa definição correta que pode-se saber qual é o regime tributário que o negócio se enquadra.  Com isso avaliado, poderemos partir para a escolha do regime tributário.  No Brasil, temos três regimes tributários:  Simples Nacional; Lucro Real; Lucro Presumido.  A escolha de cada um deles dependerá dos fatores internos e jurídicos da empresa, portanto, é necessário haver um estudo aprofundado do negócio.  Depois de todos esses passos chegou a hora de elaborar seu planejamento e de colocá-lo em prática.  3 benefícios do planejamento tributário com a ajuda de uma assessoria jurídica  Organizar o pagamento de taxas, impostos e tributos é essencial para assegurar o funcionamento da empresa.  Por isso, destacamos a seguir três vantagens de contar com a ajuda de uma assessoria jurídica especializada e do planejamento de tributos no negócio.  1. Reduzir as taxas de tributos pagas pela empresa Ao fazer um planejamento adequado e em conformidade com a legislação, a empresa faz sábias escolhas sobre os tributos pagos.  Por isso, realizar o planejamento dos tributos é um passo importante para organizar a empresa em todos os setores possíveis.  2. Retardar o pagamento de algum obrigação O bom planejamento sobre os tributos também favorece o retardamento do pagamento de alguma obrigação fiscal.  Assim, é possível retardar o pagamento sem pagar multas e juros altos, facilitando o fluxo de caixa da empresa no momento.  3. Reduzir os valores de recolhimento  Alguns tributos precisam ser pagos obrigatoriamente, mas com um bom planejamento e orientação jurídica é possível aderir a incentivos fiscais para reduzir os valores de recolhimento.  Dessa forma, é necessário contar com uma assessoria jurídica que conheça as leis tributárias e esteja preparada para os incentivos fiscais de esfera federal, estadual, regional e municipal.  Além desses três benefícios, o planejamento tributário auxilia na economia, segurança para atuar de maneira preventiva e fortalece a competitividade empresarial.  Leia também Saiba tudo sobre a recuperação extrajudicial. Quais os tipos de planejamento tributário?  Esse planejamento possui alguns tipos especiais que podem ser implementados na empresa para auxiliar no processo.  Destacamos alguns exemplos para inspiração!  Planejamento tributário estratégico: esse tipo está relacionado com as mudanças que uma empresa pode sofrer internamente, como localização e contratação de funcionários.  Planejamento tributário operacional: está relacionado com as normas em relação à tributação das operações.  Planejamento tributário preventivo: como o próprio termo indica, é realizado um planejamento preventivo para evitar escolhas erradas.  Planejamento tributário corretivo: surge quando existe algum desequilíbrio que precisa ser feito a correção.  Planejamento tributário especial: surge quando a empresa precisa realizar alguma operação de impacto, como a abertura de uma filial, por exemplo.  …

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Como fazer um plano de recuperação judicial?

O plano de recuperação judicial pode ser uma das alternativas para a empresa retomar suas atividades financeiras A recuperação judicial é um processo essencial para empresas que estão enfrentando problemas financeiros e precisam conquistar a sua sustentabilidade novamente. O objetivo principal dessa estratégia é justamente negociar um acordo entre a empresa devedora e seus credores. Isso viabiliza suas atividades enquanto reestrutura as suas ações financeiras. Neste artigo trataremos sobre: o que é um plano de recuperação judicial; como funciona;  passo a passo mediante a legislação. O que é o plano de recuperação judicial? É com o plano de recuperação judicial que uma empresa tem outra alternativa para atravessar as dificuldades econômicas e evitar a falência. A Lei n° 11.101/2005 regulamenta a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário ou da sociedade empresária. Posteriormente, a Lei n° 14.112/2020 atualiza a lei citada. Assim, é o plano de recuperação judicial que possibilita que a empresa continue com suas atividades, mantendo o emprego dos seus funcionários e viabilizando a sua função social e econômica enquanto consegue quitar suas dívidas. Como funciona? O plano é resultado de um planejamento estratégico que trará resultados positivos para a empresa que necessita da recuperação judicial. Para adotar o plano, é necessário que a empresa avalie se não existe outra saída além da recuperação judicial. Se houver, opte por essa solução. Se não, estruture um bom planejamento para que a empresa não decrete falência. Assim, é preciso ter um advogado especializado para propor uma ação pedindo a recuperação judicial. Um profissional com experiência saberá auxiliar em todos as fases do processo e poderá guiar a empresa durante toda a recuperação judicial para que seja cumprida todas as suas obrigações. A petição inicial precisa conter o seguinte: explicação da atual situação financeira e os motivos para a crise; demonstrações das movimentações financeiras da empresa;  relação dos credores e dos funcionários;  listar os bens dos sócios;  extratos de contas bancárias;  certidões;  relação de ações em andamento que a empresa está enfrentando. Passo a passo para fazer um plano de recuperação judicial A primeira etapa é justamente ter a ajuda de um advogado para elaborar o plano. A legislação estabelece que só poderá requerer a recuperação judicial a empresa que exerça regularmente suas atividades há mais de dois anos e que obedeçam os seguintes requisitos: não ser falido e se foi que estejam declaradas extintas as responsabilidades decorrentes do processo; não ter, há menos de cinco anos, obtido concessão de recuperação judicial ou recuperação judicial baseado no plano especial; não ter sido condenado, não ter administrador ou sócio controlador condenados por qualquer crime previsto na Lei. Além disso, a Lei prevê outros meios possíveis de recuperação judicial como: prazos e condições especiais para pagamento das obrigações vencidas ou vincendas (prazo preste a vencer); cisão, incorporação, fusão ou transformação de sociedade, constituição de subsidiária integral ou cessão de cotas/ações; alteração do controle societário; substituição total o parcial dos administradores do devedor ou modificação dos seus órgãos administrativos; aumento de capital social; venda parcial dos bens; administração compartilhada e vários outros meios previstos na legislação de recuperação judicial. O prazo para apresentar é de até 60 dias, sem prorrogação, a partir da publicação da decisão. O plano deve conter uma descrição detalhada dos meios de recuperação que serão utilizados, demonstração da viabilidade econômica desse plano e o laudo econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor. Também está disposto na Lei que o plano de recuperação judicial não prevê prazo superior a um ano para o pagamento dos créditos derivados da legislação trabalhista ou decorrente de acidentes de trabalhos até a data do pedido de recuperação judicial. Depois do pedido aceito é feita a suspensão de cobranças, nomeado um administrador judicial pelo juiz e os credores se reúnem para votar a proposta feita. Se o plano for aprovado é dado continuidade para as atividades propostas. No entanto, se a empresa não cumprir o plano, os credores poderão pedir a sua falência. Tenha a ajuda de um advogado especialista A recuperação judicial é essencial para que a sua empresa não decrete falência e encerre as suas atividades. Assim, obtenha a assistência de um advogado especializado e de uma equipe comprometida em ajudar a sua empresa a sair da crise. Contate a Valarelli Advogados e saiba como reorganizar sua empresa financeiramente!  Felício Valarelli

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Recuperação judicial: o que é e como funciona o processo

A recuperação judicial assegura que empresas consigam quitar suas dívidas diante dos credores  Quando uma empresa está prestes a fechar devido a dificuldades financeiras é possível passar por um processo intitulado “recuperação judicial”.  O processo é fundamental para manter o negócio funcionando enquanto as dívidas são quitadas pela empresa. Resumindo, é uma maneira de evitar a falência do negócio por um período.  Neste artigo, explicaremos o que é a recuperação judicial, como funciona e por qual motivo ter a ajuda de um advogado especializado torna o processo mais eficiente. O que é recuperação judicial? Como mencionado no início deste artigo, esse processo é uma maneira da empresa continuar funcionando apesar do endividamento.  O principal objetivo é mostrar que a empresa tem total capacidade de funcionar e pagar as dívidas junto aos credores com o tempo, além de poder retornar ao mercado com potencial para crescimento.  A empresa não tem apenas função comercial, mas também social. Isso ocorre porque ela gera renda, empregos e benefícios para a sociedade com a oferta dos seus serviços essenciais.  A Lei n° 11.101/2005 é a lei que regulamenta a recuperação judicial, extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária.  No artigo 47, a legislação define que a recuperação judicial “tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica”. Dessa forma, a lei surge como um caminho possível para que o negócio saia do endividamento e expanda a sua atuação no futuro.  Como funciona a recuperação judicial?  Mediante a legislação, só pode requerer a recuperação judicial o devedor que exerça regularmente as suas atividades há mais de dois anos. Além disso, é preciso atender alguns requisitos, como: não ter falido, e se foi precisa, ter declaradas extintas as responsabilidades decorrentes do processo;  não ter, há menos de cinco anos, obtido concessão de recuperação judicial; não ter sido condenado ou não ter pessoa condenada por qualquer dos crimes previstos na Lei n° 11.101/2005.  Agora que já explicamos os requisitos, explicaremos como funciona o processo.  O proprietário de uma empresa que atenda aos requisitos exigidos pela lei e que está passando por dificuldades financeiras poderá pedir ao Judiciário para colocar em prática um plano de recuperação judicial.  Este plano contém informações acerca de como a empresa irá pagar as dívidas e manter seu funcionamento sem prejuízos.  No entanto, caso o que for proposto não der certo, a empresa passará da recuperação para a falência.  Fases da recuperação judicial  Para ficar mais simples a explicação faremos um apanhado de todas as fases do processo de recuperação judicial.  É feito o pedido pela empresa à Justiça com explicações sobre os motivos da crise financeira. Se  o juiz aceitar o pedido, então ficam suspensos por 180 dias os processos e protestos.  Um administrador judicial é nomeado pelo juiz para fiscalizar o processo e ser uma ponte entre os credores e a empresa.  A empresa precisa apresentar, em até 60 dias, seu plano.  Depois os credores se reúnem para votar a proposta.  Se o plano for aprovado, como mencionamos anteriormente, a empresa segue com as práticas previstas e se for rejeitado, a empresa entra em falência, encerrando suas atividades e tendo os bens leiloados para o pagamento dos credores.  Como funciona a recuperação extrajudicial? A recuperação extrajudicial, como a nomenclatura menciona, é feita sem que o processo seja mediado por um juiz.  Dessa maneira, a negociação toda é feita entre a empresa devedora e os credores. Mas o processo de negociação privada também exige a homologação na Justiça.  Ter a ajuda de advogado especialista facilita o processo O advogado especialista poderá ser um aliado para assegurar que todo o plano será cumprido adequadamente.  Além disso, a ajuda profissional é a melhor maneira de garantir que a empresa consiga quitar as dívidas junto aos credores e se estabeleça novamente em pouco tempo.  Todo o processo precisa ser acompanhado de perto por profissionais preparados que tenham conhecimentos teóricos e práticos na área.  Por isso, consulte nossa assessoria jurídica e estabeleça pontos essenciais para realizar o processo de recuperação judicial conforme as necessidades da sua empresa.  Felício Valarelli